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CRISTÃOS PERSEGUIDOS NO PAQUISTÃO

Entenda o contexto

Com mais de 208 milhões de habitantes, o Paquistão adota o islamismo como religião oficial, seguido por 96% da população. Os cristãos são menos de 2%. Para a grande maioria, a Lei Sharia deve ser imputada sobre todos e é informalmente adotada nos tribunais.

População

Sociedade

Os cristãos são considerados seres humanos de segunda categoria, sendo forçados a trabalharem em sub empregos, que geralmente estão ligados à sujeira e a desonra. Como se não bastasse, muitos também são vítimas de trabalho forçado, em regimes análogos a escravidão.

As igrejas vivem sob forte perseguição de diversas maneiras. Aquelas que decidem dar um forte testemunho são as que mais sofrem retaliações, inclusive ataques terroristas. Sem dúvida, os que mais são perseguidos são os que se convertem do islamismo.

Perseguição à
Igreja

Violência Sexual

As meninas cristãs são frequentemente vítimas de sequestros e abuso sexual. E, muitas vezes, são forçadas a se casarem com os sequestradores.

Existe, ainda, a "Lei de Blasfêmia", conceito jurídico elástico e difuso, sujeito a interpretações particulares, baseado na Sharia, que pune severamente, inclusive com a morte, aqueles que, supostamente, ofendem o islamismo.

"Lei de Blasfêmia"

JUNTE-SE A NÓS

Você pode adotar uma família, doando uma cesta básica mensalmente. O Abuna está ajudando mais de 30 famílias cristãs paquistanesas refugiadas na Tailândia que estão em extremo estado de vulnerabilidade.