EMERGÊNCIA EM 
bANGKOK

O IMPACTO DA PANDEMIA Na Tailândia

A economia da Tailândia é baseada principalmente no turismo. Por conta da pandemia do Covid19, o país está com suas fronteiras fechadas desde março de 2020, ocasionando uma grave crise econômica, empresas fechadas e desemprego.

O governo implementou programas de auxílio social aos seus cidadãos, mas estes não contemplam os imigrantes, que não têm a quem recorrer.

Com uma nova onda de casos de covid19, em 1 de agosto 2021 a capital, Bangkok, adotou um lockdown bem restrito, o que agravou a crise . 

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Uma pequena parcela dos imigrantes em Bangkok é paquistanesa, mais especificamente, cristãos perseguidos que foram para Tailândia em busca de refúgio.

PERSEGUIÇÃO

o Paquistão, um estado majoritariamente muçulmano, é um dos 5 países onde os cristãos são mais perseguidos no mundo. Fundamentalistas radicais impõem sua vontade pela força (entenda-se a Lei Sharia), e qualquer pessoa não muçulmana está sujeita a falsas acusações de "blasfêmia", que por mais descabidas, podem se transformar em sentenças de morte. Para os cristãos ali, a vida cotidiana é de tensão constante, pois a qualquer momento, na rua, no trabalho, no supermercado, até mesmo em sua casa, podem ser alvos de ameaças.

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Shafqat Emmanuel e Shagufta Kausar, cristãos acusados de blasfêmia

FUGA PARA TAILÂNDIA

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Para algumas vítimas desse radicalismo religioso no Paquistão, a última e mais extrema alternativa para preservar a vida foi fugir para a Tailândia em busca de refúgio. Acontece que, seja por simples ignorância ou enganados por traficantes humanos, não sabiam eles que o país não é signatário de nenhuma convenção internacional de proteção a refugiados! 

 

Com isso, poucas semanas após sua chegada, tornaram-se, aos olhos do governo, em imigrantes ilegais, sujeitos à detenção. Para desestimular a vinda de novos imigrantes, a polícia de imigração executa de tempos em tempos, verdadeiras campanhas de terror, cercando bairros, invadindo casas e levando presas famílias inteiras, inclusive crianças. O Centro de Detenção de Imigrantes em Bangkok é internacionalmente conhecido pela forma precária de suas instalações e alimentação. São celas superlotadas, onde o calor, a alta humidade e o atraso intencional em providenciar cuidados médicos, são usados para reforçar a atmosfera de terror. 

Para os cristãos paquistaneses que buscavam refúgio, essa situação transformou-se em seu pior pesadelo, pois são obrigados a conviver com o mesmo clima de tensão que viviam em seu país, só que agora num país que não é o seu, em uma cultura e língua que não entendem, e sem perspectiva de solução.

 

Impedidos de voltar por conta da perseguição, sem apoio local ou internacional, acabaram ficando à mercê de redes criminosas, que não hesitam em explorar sua vulnerabilidade. Sobrevivem de forma precária, vivendo em cortiços, em constante medo de serem presos, sobrevivendo de subempregos, na maioria das vezes, em sistema de trabalho escravo.

Ação do Abuna Tailândia

Ao tomarmos conhecimento dessa realidade, em 2015, nossa primeira reação foi identificar as famílias, colhendo testemunhos, documentando e montando dossiês a fim de buscarmos reassentamento para eles em outros países, inclusive no Brasil. Até agora, contudo, apesar de nossos esforços, não fomos ouvidos.

Nossos parceiros locais da Etnos, em pesquisa realizada em 2016, identificaram muitos casos de problemas de saúde crônicos dentro da comunidade, gerados por estresse, sedentarismo e má alimentação. Como resposta foi iniciado um programa chamado "Clínica na Bolsa", liderado por duas enfermeiras que faziam atendimentos básicos de saúde de casa em casa.

Participamos de campanhas de doação de alimentos e roupas, envolvendo e apoiando outras organizações, com projetos de escola em casa e várias outras ações pontuais. Um programa de visitas, tanto aos que estão presos, como em suas pequenas residências. levando assistência e esperança. 

Em 2018 demos um passo mais ousado, abrindo uma casa de acolhimento para abrigar mulheres solteiras e/ou viúvas, extremamente vulneráveis, vítimas de violência e exploração.

campanha de emergência

A pandemia, e mais especificamente este último lockdown, atingiu diretamente estas famílias​, que já eram carentes, eliminando qualquer forma de gerarem renda, causando mais FOME. Para fazer frente a esta situação, com seu apoio, o ABUNA pretende assistir a 30 FAMÍLIAS com uma cesta básica no valor de R$ 250,00, nos próximos 2 meses (agosto e setembro).

Junte-se à nós nesta ação! "Adote" uma destas famílias pelos próximos 2 meses.

Participe. Reparta. Compartilhe. Doe.

Todo apoio é bem vindo. 

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